PRÊMIOS
O MESPT coleciona reconhecimentos que comprovam o impacto de suas pesquisas e iniciativas.
Em 2024, o Projeto Tranças, associado à pesquisa da estudante Layla Maryzandra, foi condecorado com o Prêmio Nacional Rodrigo Melo Franco, na categoria salvaguarda do patrimônio imaterial, concedido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Ainda em 2024, a estudante indígena Sineia Bezerra do Vale, referência por seus estudos sobre a crise climática em comunidades indígenas, foi reconhecida com o título de “cientista indígena do Brasil” pela Planetary Guardians, iniciativa global voltada à restauração da estabilidade climática da Terra.
Também em 2024, o curso “Monumento Natural dos Pontões Capixabas: educação ambiental e patrimonial no contexto de povos e comunidades tradicionais”, realizado em parceria com a Associação Pomerana de Pancas (Apop) e coordenado por Helmar Spamer, venceu o III Prêmio Anual de Educação em Direitos Humanos Mireya Suárez, na categoria Educação Básica.
Em 2022, Gilmar Galache e Carolina Augusta Mendonça Rodrigues desenvolveram duas oficinas voltadas a jovens e lideranças indígenas — uma sobre linguagem audiovisual, outra sobre instrumentos jurídicos de defesa de direitos —, realizadas durante o Acampamento Terra Livre. A iniciativa venceu o Prêmio Mireya Suárez na categoria Educação em Contextos Não Escolares e, depois, inspirou a criação de uma disciplina optativa do programa sobre direitos de povos indígenas.
Também em 2022, o Mespt foi laureado como hors-concours no Prêmio Anual de Direitos Humanos Anísio Teixeira da UnB, que reconhece ações de excelência no ensino, na pesquisa e na extensão universitária.
Em 2020, o curta-metragem A Sentença de Pawa — retrato da arte da tecelagem das mulheres ashaninka e suas interfaces com a mitologia, a ecologia e a experiência dessas mulheres, coproduzido pela egressa indígena Maria Alexandrina Pinhantã — venceu o Prêmio Pierre Verger, concedido pela Associação Brasileira de Antropologia (ABA).
